sexta-feira, 2 de janeiro de 2009


Quando de mim precisas, estou aqui.
Estou sempre aqui para ti;
Estou sempre aqui para te escutar;
Estou sempre aqui para te abraçar;
Estou sempre aqui para te amparar;
Estou sempre aqui para te ver sorrir;
Estou sempre aqui para te fazer pensar;
Estou sempre aqui para te compreender;
Estou sempre aqui para te enxugar as lágrimas;
Estou sempre aqui para te dar um ombro amigo;
Estou sempre aqui para ti...
E tu?
Onde estás para mim?
Onde estás para me escutar?
Onde estás para me abraçar?
Onde estás para me amparar?
Onde estás para me ver sorrir?
Onde estás para me fazer pensar?
Onde estás para me compreenderes?
Onde estás para me enxugares as lágrimas?
Onde estás para me dares um ombro amigo?
Que significo eu para ti?

Off







Estou Offline!






Bem que dizem por aí que todo bêbado é sincero. Acredito realmente nesta máxima, mas dou-me o direito de interpretá-la de maneira diferente também. Às vezes fazemos ou dizemos coisas que na verdade nem nos importa ou incomoda muito. Só que quando o fato é recente, acabamos dando mais importância do que realmente valeria ou mereceria e então potencializa-se a coisa. Aquela idéia infantil de observar pelo buraco da fechadura nunca me fez bem. Gosto mais da venda no olho, como em um “cabra-cega”. Porque meter o dedo na história alheia? O bom mesmo é deixar a vida correr sem ter que ficar tentando modificar um fato aqui ou outro ali. Sem precisar inventar nomes ou modificar um roteiro pré-fabricado. Não gosto de quebra-cabeça. Gosto de estar em um estado constante de off. É uma maneira discreta de dizer que não tenho nada com a sua vida. Faça o seu e me deixe fazer o meu. E, por favor, não me conte mais nada que eu não queira saber. Respeite o meu estado de transe. Porque agora só estou offline.